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Aparelho Digestivo

Cirurgia oncológica
do aparelho digestivo.

Tratamento cirúrgico de tumores sólidos do aparelho digestivo e abdome, sempre integrado com equipe multidisciplinar — oncologia clínica, radioterapia, radiologia intervencionista e cuidados paliativos.

01

Tumores gástricos

Gastrectomia subtotal e total para câncer gástrico, com linfadenectomia D2 e abordagem minimamente invasiva quando indicada.

02

Câncer colorretal

Colectomia laparoscópica, ressecção anterior de reto, abordagem TaTME e tratamento integrado de metástases hepáticas e peritoneais.

03

Fígado e vias biliares

Hepatectomias por carcinoma hepatocelular, metástases colorretais, tumor de Klatskin e tumores das vias biliares com planejamento por imagem.

04

Pâncreas

Duodenopancreatectomia (cirurgia de Whipple) e pancreatectomia distal para adenocarcinoma, tumores neuroendócrinos e lesões císticas.

05

Esôfago

Esofagectomia minimamente invasiva, abordagem por toracoscopia/laparoscopia e cuidado integrado com oncologia clínica e radioterapia.

06

Tumores retroperitoneais

Cirurgia de sarcomas e tumores retroperitoneais com abordagem multidisciplinar e planejamento por exames de imagem avançados.

07

Carcinomatose peritoneal

Cirurgia citorredutora e quimioterapia intraperitoneal hipertérmica (HIPEC) para casos selecionados de carcinomatose.

08

Cirurgia de urgência

Atendimento de complicações oncológicas — obstruções, perfurações, sangramentos — com plano terapêutico imediato.

09

Segunda opinião

Avaliação independente de diagnóstico, estadiamento e proposta terapêutica para pacientes já em tratamento.

Em sala de cirurgia

Técnica e precisão em cada procedimento.

Dr. Thales em cirurgia
Cirurgia oncológica digestiva
Sala de cirurgia
Procedimento cirúrgico
Dr. Thales Macedo Vieira
Abordagem clínica

Quatro princípios
que guiam cada caso.

Um método consistente, transparente e centrado no paciente — do primeiro contato ao seguimento de longo prazo.

01 — Escuta

Avaliação criteriosa

Consulta inicial detalhada, revisão de exames e histórico completo. Sem pressa, sem etapas pré-definidas.

02 — Decisão

Plano individualizado

Estratégia construída em conjunto com equipe multidisciplinar e apresentada com todas as opções, riscos e benefícios.

03 — Técnica

Cirurgia de precisão

Procedimentos com técnica atualizada, abordagens minimamente invasivas quando indicadas, em estrutura de alta complexidade.

04 — Continuidade

Seguimento próximo

Acompanhamento pós-operatório estruturado e disponibilidade contínua para paciente e família.

Cuidado além da técnica

Cada paciente chega
com uma história.

Um diagnóstico oncológico transforma a vida inteira — não só a do paciente, mas de toda a família. Por isso, cada consulta começa pela escuta. Antes de qualquer decisão, o tempo necessário para entender o que está acontecendo e o que realmente importa para aquela pessoa.

O plano terapêutico é construído com transparência total: todas as opções, riscos e expectativas são discutidos abertamente. Nenhuma etapa é pulada. Nenhuma dúvida fica sem resposta.

Acolhimento

O diagnóstico de câncer é uma ruptura. A primeira consulta é dedicada a escutar, entender e acolher — sem pressa e sem protocolos engessados.

Clareza

Todas as informações são transmitidas de forma clara: o que foi encontrado, o que isso significa, quais são as opções e o que esperar em cada etapa.

Continuidade

O acompanhamento não termina na sala de cirurgia. Paciente e família têm acesso contínuo à equipe em todas as fases do tratamento.

Sinais de alerta

Quando procurar
um especialista?

Muitos tumores digestivos têm sintomas discretos no início. Não espere os sinais piorarem — a detecção precoce muda significativamente o prognóstico.

Dor abdominal persistente sem causa aparente

Mudança do hábito intestinal por mais de 3 semanas

Sangramento nas fezes ou vômito com sangue

Perda de peso involuntária acima de 5 kg em 3 meses

Dificuldade ou dor ao engolir (disfagia)

Massa palpável no abdome

Icterícia — amarelamento da pele ou olhos

Náuseas e vômitos persistentes sem melhora

Dúvidas frequentes

Antes da
primeira consulta.

Perguntas comuns de pacientes e familiares sobre cirurgia oncológica digestiva.

Falar com a secretaria
Tumores gástricos, colorretais, hepáticos, pancreáticos, esofágicos e do retroperitônio. Também realiza cirurgia citorredutora com HIPEC para carcinomatose peritoneal em casos selecionados.
A duodenopancreatectomia (cirurgia de Whipple) é o procedimento padrão para tumores da cabeça do pâncreas. Envolve ressecção do duodeno, parte do pâncreas, vesícula biliar e reconstrução do trânsito digestivo. É uma cirurgia de alta complexidade realizada em centros especializados.
Sim. A abordagem minimamente invasiva é indicada em casos selecionados — colectomias, gastrectomias e hepatectomias menores — quando o tumor e as condições clínicas do paciente permitem. A escolha da técnica é sempre individualizada.
Não. Você pode agendar diretamente pelo WhatsApp ou telefone. Recomendamos trazer todos os exames disponíveis: laudos de imagem, laudo anatomopatológico e exames laboratoriais recentes.
Varia conforme o procedimento. Colectomia laparoscópica: 3 a 5 dias. Gastrectomia: 5 a 7 dias. Cirurgia de Whipple: 7 a 10 dias. O planejamento pré-operatório inclui orientações detalhadas sobre recuperação e cuidados em casa.
O seguimento é estruturado com consultas no primeiro mês, trimestrais no primeiro ano e periódicas nos anos seguintes, com exames de controle conforme protocolo da doença. A equipe está disponível para dúvidas entre as consultas.

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