Cirurgia oncológica
do aparelho digestivo.
Tratamento cirúrgico de tumores sólidos do aparelho digestivo e abdome, sempre integrado com equipe multidisciplinar — oncologia clínica, radioterapia, radiologia intervencionista e cuidados paliativos.
Tumores gástricos
Gastrectomia subtotal e total para câncer gástrico, com linfadenectomia D2 e abordagem minimamente invasiva quando indicada.
Câncer colorretal
Colectomia laparoscópica, ressecção anterior de reto, abordagem TaTME e tratamento integrado de metástases hepáticas e peritoneais.
Fígado e vias biliares
Hepatectomias por carcinoma hepatocelular, metástases colorretais, tumor de Klatskin e tumores das vias biliares com planejamento por imagem.
Pâncreas
Duodenopancreatectomia (cirurgia de Whipple) e pancreatectomia distal para adenocarcinoma, tumores neuroendócrinos e lesões císticas.
Esôfago
Esofagectomia minimamente invasiva, abordagem por toracoscopia/laparoscopia e cuidado integrado com oncologia clínica e radioterapia.
Tumores retroperitoneais
Cirurgia de sarcomas e tumores retroperitoneais com abordagem multidisciplinar e planejamento por exames de imagem avançados.
Carcinomatose peritoneal
Cirurgia citorredutora e quimioterapia intraperitoneal hipertérmica (HIPEC) para casos selecionados de carcinomatose.
Cirurgia de urgência
Atendimento de complicações oncológicas — obstruções, perfurações, sangramentos — com plano terapêutico imediato.
Segunda opinião
Avaliação independente de diagnóstico, estadiamento e proposta terapêutica para pacientes já em tratamento.
Técnica e precisão em cada procedimento.





Quatro princípios
que guiam cada caso.
Um método consistente, transparente e centrado no paciente — do primeiro contato ao seguimento de longo prazo.
Avaliação criteriosa
Consulta inicial detalhada, revisão de exames e histórico completo. Sem pressa, sem etapas pré-definidas.
Plano individualizado
Estratégia construída em conjunto com equipe multidisciplinar e apresentada com todas as opções, riscos e benefícios.
Cirurgia de precisão
Procedimentos com técnica atualizada, abordagens minimamente invasivas quando indicadas, em estrutura de alta complexidade.
Seguimento próximo
Acompanhamento pós-operatório estruturado e disponibilidade contínua para paciente e família.
Cada paciente chega
com uma história.
Um diagnóstico oncológico transforma a vida inteira — não só a do paciente, mas de toda a família. Por isso, cada consulta começa pela escuta. Antes de qualquer decisão, o tempo necessário para entender o que está acontecendo e o que realmente importa para aquela pessoa.
O plano terapêutico é construído com transparência total: todas as opções, riscos e expectativas são discutidos abertamente. Nenhuma etapa é pulada. Nenhuma dúvida fica sem resposta.
Acolhimento
O diagnóstico de câncer é uma ruptura. A primeira consulta é dedicada a escutar, entender e acolher — sem pressa e sem protocolos engessados.
Clareza
Todas as informações são transmitidas de forma clara: o que foi encontrado, o que isso significa, quais são as opções e o que esperar em cada etapa.
Continuidade
O acompanhamento não termina na sala de cirurgia. Paciente e família têm acesso contínuo à equipe em todas as fases do tratamento.
Quando procurar
um especialista?
Muitos tumores digestivos têm sintomas discretos no início. Não espere os sinais piorarem — a detecção precoce muda significativamente o prognóstico.
Dor abdominal persistente sem causa aparente
Mudança do hábito intestinal por mais de 3 semanas
Sangramento nas fezes ou vômito com sangue
Perda de peso involuntária acima de 5 kg em 3 meses
Dificuldade ou dor ao engolir (disfagia)
Massa palpável no abdome
Icterícia — amarelamento da pele ou olhos
Náuseas e vômitos persistentes sem melhora
Antes da
primeira consulta.
Perguntas comuns de pacientes e familiares sobre cirurgia oncológica digestiva.
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