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Cabeça e Pescoço

Cirurgia oncológica
de cabeça e pescoço.

Cirurgia oncológica especializada da tireoide e glândulas salivares, com foco em precisão técnica, preservação funcional e integração com equipe de endocrinologia, radioterapia e oncologia clínica.

01

Tireoide

Tireoidectomia total e parcial para carcinoma diferenciado (papilífero e folicular), carcinoma medular e bócio multinodular com abordagem cirúrgica precisa e preservação do nervo laríngeo recorrente.

02

Glândulas Salivares

Parotidectomia superficial e total e submandibulectomia para tumores benignos e malignos das glândulas salivares maiores, com identificação e preservação do nervo facial.

Em sala de cirurgia

Precisão técnica em cada detalhe.

Dr. Thales em cirurgia de cabeça e pescoço
Cirurgia oncológica
Sala de cirurgia
Procedimento cirúrgico
Dr. Thales Macedo Vieira
Abordagem clínica

Quatro princípios
que guiam cada caso.

Um método consistente, transparente e centrado no paciente — do primeiro contato ao seguimento de longo prazo.

01 — Escuta

Avaliação criteriosa

Consulta inicial detalhada, revisão de exames e histórico completo. O tempo necessário para entender o quadro real.

02 — Decisão

Plano individualizado

Estratégia construída em conjunto com equipe multidisciplinar e apresentada com todas as opções, riscos e benefícios.

03 — Técnica

Cirurgia de precisão

Procedimentos com técnica atualizada, abordagens minimamente invasivas quando indicadas, em estrutura de alta complexidade.

04 — Continuidade

Seguimento próximo

Acompanhamento pós-operatório estruturado e disponibilidade contínua para paciente e família.

Cuidado além da técnica

A voz, a função,
a qualidade de vida.

Na cirurgia de cabeça e pescoço, a técnica e o cuidado caminham juntos. Preservar o nervo laríngeo, proteger o nervo facial, minimizar cicatrizes — cada decisão pesa o resultado oncológico e o impacto na vida do paciente.

O diagnóstico é sempre explicado com clareza. O plano cirúrgico é discutido em detalhes. E o seguimento começa antes mesmo do procedimento, com orientações que preparam o paciente e a família para cada etapa.

Preservação funcional

Toda decisão cirúrgica considera não apenas a remoção do tumor, mas a preservação da voz, da deglutição e da expressão facial — estruturas que definem a qualidade de vida.

Clareza no diagnóstico

O laudo da biópsia é explicado em linguagem acessível. O que significa, o que vem depois, quais são as opções — sem atalhos e sem informações incompletas.

Cuidado integrado

Endocrinologia, radioterapia e oncologia clínica fazem parte do time desde o início. Nenhuma decisão relevante é tomada sem discussão multidisciplinar.

Sinais de alerta

Quando procurar
um especialista?

Nódulos no pescoço e alterações na voz são sintomas que merecem avaliação especializada. A maioria é benigna — mas o diagnóstico precoce garante mais opções de tratamento.

Nódulo no pescoço que persiste por mais de 3 semanas

Rouquidão sem causa aparente por mais de 3 semanas

Dificuldade ou dor ao engolir

Massa na região da tireoide ou glândula salivar

Crescimento rápido de nódulo cervical

Nódulo tireoidiano detectado em exame de imagem

Sensação de pressão ou compressão no pescoço

Linfonodos aumentados persistentes sem infecção ativa

Dúvidas frequentes

Antes da
primeira consulta.

Perguntas comuns de pacientes e familiares sobre cirurgia de tireoide e glândulas salivares.

Falar com a secretaria
Não. A maioria dos nódulos tireoidianos é benigna. A indicação cirúrgica depende das características da biópsia (PAAF), tamanho, comportamento ao longo do acompanhamento e fatores clínicos individuais. O objetivo é evitar cirurgias desnecessárias e operar quando há indicação real.
É o nervo responsável pelo controle da voz. Durante a cirurgia de tireoide, sua identificação e preservação são essenciais para evitar alterações vocais. Utilizamos neuromonitorização intraoperatória como recurso adicional de segurança.
Por punção aspirativa com agulha fina (PAAF), guiada por ultrassom. O procedimento é ambulatorial, rápido e com baixo desconforto. O laudo é classificado pelo sistema Bethesda, que orienta a conduta — desde observação até cirurgia.
A maioria dos pacientes recebe alta em 24 a 48 horas. Retorno às atividades leves em 7 a 10 dias. Atividades físicas de maior intensidade após 30 dias, conforme orientação individual. A cicatriz é posicionada em local discreto e evolui bem na maioria dos casos.
Sim. A levotiroxina (hormônio tireoidiano sintético) é iniciada logo após a cirurgia e ajustada por endocrinologista. O acompanhamento conjunto com endocrinologia faz parte do plano de cuidado desde o início.
Atendemos em modelo particular, com emissão de nota fiscal para reembolso junto aos principais convênios (Bradesco Saúde, SulAmérica, Amil One, Porto, Care Plus). Procedimentos cirúrgicos podem ser cobertos diretamente pelo convênio, conforme o plano.

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