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Cirurgia Geral

Hérnia e vesícula:
cuidado preciso e seguro.

Tratamento cirúrgico de hérnias da parede abdominal e doenças da vesícula biliar com abordagem minimamente invasiva, recuperação rápida e acompanhamento integral.

01

Hérnia inguinal

Herniorrafia inguinal laparoscópica (TAPP/TEP) e por acesso aberto, com uso de tela quando indicado. Abordagem individualizada conforme tipo, tamanho e condição clínica.

02

Hérnia umbilical e incisional

Correção cirúrgica de hérnias da parede abdominal por técnica laparoscópica ou aberta, com reparo com tela em casos de maior complexidade.

03

Hérnia hiatal

Fundoplicatura laparoscópica para tratamento de hérnia hiatal e refluxo gastroesofágico refratário ao tratamento clínico, com restauração da anatomia do esôfago distal.

04

Colecistectomia

Retirada da vesícula biliar por videlaparoscopia para tratamento de colelitíase (cálculos), colecistite aguda e crônica, com recuperação rápida e mínima cicatriz.

Em sala de cirurgia

Técnica e precisão em cada procedimento.

Dr. Thales em cirurgia
Cirurgia geral
Sala de cirurgia
Procedimento cirúrgico
Dr. Thales Macedo Vieira
Abordagem clínica

Quatro princípios
que guiam cada caso.

Um método consistente, transparente e centrado no paciente — do primeiro contato ao seguimento de longo prazo.

01 — Escuta

Avaliação criteriosa

Consulta inicial detalhada, revisão de exames e histórico completo. Sem pressa, sem etapas pré-definidas.

02 — Decisão

Plano individualizado

Estratégia construída com o paciente, apresentando todas as opções técnicas, riscos e benefícios de forma clara.

03 — Técnica

Cirurgia de precisão

Procedimentos minimamente invasivos quando indicados, com recuperação mais rápida e menor risco de complicações.

04 — Continuidade

Seguimento próximo

Acompanhamento pós-operatório estruturado e disponibilidade contínua para paciente e família.

Cuidado além da técnica

Cada paciente chega
com uma história.

Uma cirurgia, mesmo eletiva, representa uma decisão importante. Por isso, cada consulta começa pela escuta — para entender o histórico, as expectativas e o que é mais adequado para aquela pessoa.

O plano terapêutico é construído com transparência: todas as opções, riscos e expectativas são discutidos abertamente antes de qualquer decisão.

Acolhimento

Cada paciente tem seu ritmo e suas dúvidas. A primeira consulta é dedicada a escutar, entender e orientar — sem pressa e sem protocolos rígidos.

Clareza

Todas as informações são transmitidas de forma clara: o que foi encontrado, quais são as opções cirúrgicas e o que esperar na recuperação.

Continuidade

O acompanhamento não termina na sala de cirurgia. O paciente tem acesso à equipe em todas as fases do pós-operatório.

Sinais de alerta

Quando procurar
um especialista?

Alguns sintomas indicam que é hora de buscar avaliação cirúrgica. Não espere os sintomas piorarem — o diagnóstico precoce facilita o tratamento.

Abaulamento na virilha, umbigo ou cicatriz cirúrgica

Dor ou desconforto ao esforço físico ou tosse

Dor abdominal alta após refeições gordurosas

Náuseas ou vômitos frequentes após as refeições

Intolerância a alimentos gordurosos

Azia persistente sem melhora com medicamentos

Sensação de queimação no peito ou garganta

Perda de peso associada a sintomas digestivos

Dúvidas frequentes

Antes da
primeira consulta.

Perguntas comuns sobre cirurgia de hérnia e vesícula biliar.

Falar com a secretaria
Na maioria dos casos, sim. A abordagem laparoscópica (TAPP ou TEP) oferece recuperação mais rápida, menor dor pós-operatória e menor risco de infecção. Em situações específicas — hérnias encarceradas, cirurgias prévias na região ou anestesia geral contraindicada — pode ser necessária a via aberta.
A indicação mais comum é colelitíase sintomática — cálculos que causam cólicas, inflamação (colecistite) ou obstrução. Também há indicação em pólipo de vesícula acima de 1 cm ou colangite. A cirurgia é a colecistectomia laparoscópica, realizada em regime de internação curta.
Em geral, alta hospitalar no mesmo dia ou no dia seguinte. Retorno às atividades leves em 3 a 5 dias e às atividades físicas completas em 2 a 3 semanas. A dieta é liberada progressivamente nas primeiras semanas.
O risco de recidiva existe, mas é baixo com a técnica adequada — especialmente com uso de tela. A escolha da técnica e do material é individualizada conforme o tipo e o tamanho da hérnia, histórico cirúrgico e condição clínica do paciente.
Não. Você pode agendar diretamente pelo WhatsApp ou telefone. Recomendamos trazer laudos de exames disponíveis, como ultrassonografia de abdome ou laudo de tomografia, se já realizados.
Realizamos consulta de revisão no primeiro mês após a cirurgia e acompanhamento conforme evolução. A equipe está disponível para dúvidas entre as consultas.

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